2)Desde o 25 de Abril sempre tivemos deficites orçamentais e ,nos últimos 10 anos do governo Socrático, saltou para os 10% ao ano.Isto,levou-nos, ipso facto, à bancarrota e á assinatura do memorando da Troika para que o estado continuasse a poder pagar vencimentos ,pensões,etc.
Desde então temos assistido a um verdadeiro "saque"fiscal com o empobrecimento da classe média e aumento exponencial do desemprego ,com a destruição do mercado interno e encerramento das pequenas e médias empresas voltadas para este mesmo mercado.
Por outro lado, o estado capturando uma enorme fatia da riqueza criada ,impede a libertação de capital para apoio à economia, passndo a ser um importante factor para a letargia económica em que vivemos.
Sem capitais próprios e sem condições mínimas para atrair o investimento externo só nos resta levarmos a cabo as reformas estruturais por forma a criar essas mesmas condições.
Naturalmente tudo isto nos imporá medidas dolorosas das quais não é possível fugir.
Ao estado compete viabilizar uma sociedade mais livre ,mais justa,mais autónoma e responsável.
Estado competem funções de soberania, justiça , rgulação económicas integração social e,contrariamenteü, não pode ser um sorvedouro da riqueza,um monstro burocrático omnipotente e omnipresente , um empecilho da liberdade e iniciativa privada, um "big brother" disforme e desumano que serve aos que o manipulam em menosprezo daqueles a quem devia servir.
3)O mundo Ocidental está acometido de uma grave donça global que o atinge em todas as suas vertentes: económicas, políticas,sociais e ético/ morais. A sociedade de bem estar que se construí nos trinta gloriosos anos do pos II Guerra Mundial tornou os europeus acomodados e esvaziados de valores. Incapazes de criarem e lutarem pelas condições necessárias ao desenvolvimento económico e crescimento sustentável,os europeus teimam na salvaguarda de direitos miríficos para uma economia anémica que os seus Estados já não lhes pode conceder.
A História tem sido o cemitério de muitas civilizações e Impérios.
Oxalá não estejámos a assistir, com a inconsciência de muitos e ignorância de mais, à queda irreversível da nossa própria civilização.
A que preço?
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