A simples tentativa de querer rever uma Constituição obsoleta e inquinada de valores marxistas fez cair o Carmo e a Trindade: È a democracia que está em perigo; O Presidente do PSD que tanto parecia prometer passou a um incurável pusilanime; O 25 de Abril acaba de sucumbir; O povo que agora gozava com grande prosperidade a excelência do regime já jurou :ou esta Consttuição ou morte!
Não fora tudo isto muito triste num País que se debate com enormes dificuldades económico-financeiras que o comunistas dizem provocada por políticas de direita mas em que o estado capta valores do PIB crescentes empobrecendo escandalosamente as famílias e a empresas,sofucando a actividade produtiva e um endividamento externo brutal.
Não fora tudo isto muito triste,o País não permitiria que o neocomunismo que nos tem governado nos leve á miséria como é timbre dos regimes comunistas e,por esta via ,venhamos a perder a liberdade indívidual e o desenvolvimento de que necessitamos.
Acabar com uma Constituição com entorses marxistas é pois um bom caminho para iniciar uma via de progresso.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Espartilho anti-democrático
A Constituição numa democracia ocidental é constituida por um conjuto de regras e determinados valores gerais tendo como pricipal objectivo salvaguar , limitando os poderes do estado, os direitos do povo soberano.
Se assim não fosse qualquer maioria ocasional ,no nosso caso de 2/3,de forças políticas da mesma área ideológica poderiam tornar a Carta Magna de todo o Povo num texto sagrado e intangível,tornando-se paradoxalmente num verdadeira obstáculo á livre e salutar vivência democrática em que todos podem e devem participar em plena igualdade de direitos.
Fenómenos destes terão mais possibilidades de aconteceram em países com fraca vivência democrática ou saídos de processos revolucionários.
Na verdade as forças políticas antes mesmo de obterem uma vitória eleitoral já estarão derrotadas , á partida, por força de uma qualquer deriva ideológica "constitucional". Mais, as forças politico-partidárias que benefícíam com essa espúria orientação sabem garantir o essencial das suas políticas mesmo perdendo as eleições. Como diz Karl Popper a atitude mágica ou irracional para com os costumes da visão social e á correspondente rigidez desses costumes,é típica das sociedades fechadas .
A perpetuação duma constituição ultrapassada e tentativa desesperada de manter cegamente políticas que condenam o nosso Pais ao desastre devem merecer o maior repúdio dos Portugueses .
Se assim não fosse qualquer maioria ocasional ,no nosso caso de 2/3,de forças políticas da mesma área ideológica poderiam tornar a Carta Magna de todo o Povo num texto sagrado e intangível,tornando-se paradoxalmente num verdadeira obstáculo á livre e salutar vivência democrática em que todos podem e devem participar em plena igualdade de direitos.
Fenómenos destes terão mais possibilidades de aconteceram em países com fraca vivência democrática ou saídos de processos revolucionários.
Na verdade as forças políticas antes mesmo de obterem uma vitória eleitoral já estarão derrotadas , á partida, por força de uma qualquer deriva ideológica "constitucional". Mais, as forças politico-partidárias que benefícíam com essa espúria orientação sabem garantir o essencial das suas políticas mesmo perdendo as eleições. Como diz Karl Popper a atitude mágica ou irracional para com os costumes da visão social e á correspondente rigidez desses costumes,é típica das sociedades fechadas .
A perpetuação duma constituição ultrapassada e tentativa desesperada de manter cegamente políticas que condenam o nosso Pais ao desastre devem merecer o maior repúdio dos Portugueses .
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Saúde mental
Acabo de ouvir o Primeiro Ministro de Portugal fazer na AR uma intervenção acerca do estado da Nação.
Pelo que disse não vivemos seguramente no mesmo País.
Vê Sua Exelencia o que não cogito
Interessado como sou na obnubilação da realidade pelas responsabilidades que tenho assumido como cidadão que trabalha e paga os seus impostos,estou preocupado com a minha saúde mental!
Pelo que disse não vivemos seguramente no mesmo País.
Vê Sua Exelencia o que não cogito
Interessado como sou na obnubilação da realidade pelas responsabilidades que tenho assumido como cidadão que trabalha e paga os seus impostos,estou preocupado com a minha saúde mental!
quinta-feira, 27 de maio de 2010
opereta bufa
A manutenção em funções do actual governo afigurasse-me catastrófico para o futuro do nosso País.
O actual Governo sem credibilidade,sem perceber as causas profundas da nossa crise,aplicando uma terapêutica paliativa à custa da carga fiscal e só secundariamente reduzirem as despesas dum estado que consome muito para além da riqueza que produz e o seu endividamento permite, diminuindo ainda,por esta via, o investimentos e a procura interna com o correspondente arrefecimento económico: caminhamos inexoravelmente para a bancarrota.
.A continuação desta opereta bufa vai sujeitar os Portugueses a enormes sacrifícios e,chegado a 2013, o
País continuará encalhado, sem crescimento económico capaz para iniciar a superação dos problemas que o afligem.
Controlar as despesas do Estado a par de uma política de crescimento económico são uma urgência e um imperativo nacional.
Manifestamente este Governo deixou de ter condições para o exercício do poder.
O actual Governo sem credibilidade,sem perceber as causas profundas da nossa crise,aplicando uma terapêutica paliativa à custa da carga fiscal e só secundariamente reduzirem as despesas dum estado que consome muito para além da riqueza que produz e o seu endividamento permite, diminuindo ainda,por esta via, o investimentos e a procura interna com o correspondente arrefecimento económico: caminhamos inexoravelmente para a bancarrota.
.A continuação desta opereta bufa vai sujeitar os Portugueses a enormes sacrifícios e,chegado a 2013, o
País continuará encalhado, sem crescimento económico capaz para iniciar a superação dos problemas que o afligem.
Controlar as despesas do Estado a par de uma política de crescimento económico são uma urgência e um imperativo nacional.
Manifestamente este Governo deixou de ter condições para o exercício do poder.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Terminou o regabofe.
Fica patente a esquizofrenia, e a incompetência de quem nos tem "governado"nestes últimos anos. Quem de forma reiterada foi sacudindo a água do capote para a crise internacional sem enxergar as debilidades que há muitos anos afectam a nossa economia;quem,afoitamente ,em nome de uma qualquer pulsão reformista eliminou milhares de empresas com um desemprego explosivo num momento em que o estado acumulava dívida externa e agrava fortemente o deficit da balança de pagamentos e não tinha condições para atrair o investimento;quem em nome de uma "sensibilidade" social foi distribuindo subsídios sem critérios incentivadores ao trabalho e,pelo contrário,estimulando o desemprego;quem,de forma descarada,foi procurando controlar vários sectores da economia ,colocou na sua área de influencia empresas de "regime "a quem são atríbuidas obras com custos finais escandalosamente superiores aos valores orçamentados.
Quem ,com despudor inaudito e de forma reiterada se compromete com determinada orientação e faz exactamente ao contrário dias depois , não tem, não deve e não pode continuar a exercer o poder .
Talvez a grave situação que atravessamos torne delicada uma crise política.No entanto, com políticos sem credibilidade não será fácil reganharmos o capital de confiança necessários nos mercados internacionais e UE.
Aliás é bom que se diga ter a UE chamado a si o controle prévio do Orçamento de Estado
Para mediano entendedor................
Fica patente a esquizofrenia, e a incompetência de quem nos tem "governado"nestes últimos anos. Quem de forma reiterada foi sacudindo a água do capote para a crise internacional sem enxergar as debilidades que há muitos anos afectam a nossa economia;quem,afoitamente ,em nome de uma qualquer pulsão reformista eliminou milhares de empresas com um desemprego explosivo num momento em que o estado acumulava dívida externa e agrava fortemente o deficit da balança de pagamentos e não tinha condições para atrair o investimento;quem em nome de uma "sensibilidade" social foi distribuindo subsídios sem critérios incentivadores ao trabalho e,pelo contrário,estimulando o desemprego;quem,de forma descarada,foi procurando controlar vários sectores da economia ,colocou na sua área de influencia empresas de "regime "a quem são atríbuidas obras com custos finais escandalosamente superiores aos valores orçamentados.
Quem ,com despudor inaudito e de forma reiterada se compromete com determinada orientação e faz exactamente ao contrário dias depois , não tem, não deve e não pode continuar a exercer o poder .
Talvez a grave situação que atravessamos torne delicada uma crise política.No entanto, com políticos sem credibilidade não será fácil reganharmos o capital de confiança necessários nos mercados internacionais e UE.
Aliás é bom que se diga ter a UE chamado a si o controle prévio do Orçamento de Estado
Para mediano entendedor................
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Carta de Bruges
Nos primórdios do século xv o Infante D.Pedro escreve a famosa carta de Bruges ao seu irmão D.Duarte, onde enuncia aquilo que considera os mais graves problemas do nosso País.
Começa pela falta de cultura,verbera a ausência de justiça e a sua morosidade,crítica o excesso de impostos e as obras de espavento em detrimento das necessárias!
Quaquer semelhança com o Portugal de hoje devia constituir para todos nós, motivo de grande preocupação e espanto!
Infelizente os portugueses tem aprendido muito pouco com a sua história e repetem sistemáticamente os mesmos erros conduzindo-os, sem apêlo,a profundas crises de natureza socioeconómicas e políticas.
Uma vez mais estamos sob o efeito duma tempestade de consequências ainda difíceis de avaliar.O povo entre a indiferença e o desconhecimento espera que nada aconteça;os crentes esperam o milagre;os lúcidos estão cépticos e aprecebem-se das difículdades para serem encontradas e aplicadas as solucões;para os optimistas de serviço ainda há em carteira umas quantas obras públicas, de muitos milhões a crédito, que trarão o bem estar,se não a muitos,pelo menos para alguns.
Começa pela falta de cultura,verbera a ausência de justiça e a sua morosidade,crítica o excesso de impostos e as obras de espavento em detrimento das necessárias!
Quaquer semelhança com o Portugal de hoje devia constituir para todos nós, motivo de grande preocupação e espanto!
Infelizente os portugueses tem aprendido muito pouco com a sua história e repetem sistemáticamente os mesmos erros conduzindo-os, sem apêlo,a profundas crises de natureza socioeconómicas e políticas.
Uma vez mais estamos sob o efeito duma tempestade de consequências ainda difíceis de avaliar.O povo entre a indiferença e o desconhecimento espera que nada aconteça;os crentes esperam o milagre;os lúcidos estão cépticos e aprecebem-se das difículdades para serem encontradas e aplicadas as solucões;para os optimistas de serviço ainda há em carteira umas quantas obras públicas, de muitos milhões a crédito, que trarão o bem estar,se não a muitos,pelo menos para alguns.
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