O estado a que chegou este nosso País deve interrogar todos de como isto foi possível!
Pese Karl Popper ter feito uma brilhante apologia á sociedade aberta com a qual estou,não resisto a transcrever o que Platão,reconhecido antidemocrata mas pensador de incomparável capacidade,profetizou para a forma de governo democrático.
A democracia é, á primeira, vista, uma organização ideal:torna-se ,porém, desastrosa, porque o povo não está convenientemente educado para escolher os melhores chefes de governo e os mais sábios métodos de governar;como a multidão não é -suficientemente-esclarecida,limita-se a repetir o que ouve dos seus dirigentes e para aceitar ou recusar uma doutrina,basta que a elogiem ou ridicularizem.
A soberania popular é para a nau do Estado um mar encapelado;cada rajada oratória acastela águas,desviando-a da rota.O remate de uma tal democracia é a tirania ou a autocracia.Como as turbas amam a lisonja e são «famintas de mel»tornam-se alvos fáceis de um qualquer vil e inescrupuloso lisonjeiro que,proclamando-se «protector do povo»ascende ao poder supremo.
Estamos em 2011,temos a mais elevada taxa de litracia de sempre,temos a experiência da primeira República e ditadura que se lhe seguiu.Não acredito que os cantos de sereia daqueles que por ânsia do poder e de total irresponsabilidade no puseram na bancarrota,não mereçam um repúdio dos portugueses sob pena de que uma nova ditadura
nos venha revisitar!
segunda-feira, 4 de abril de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Estado
Neste País onde a seriedade intelectual não abunda e os falsários têem terreno livre para a todos nos tratarem como filhos do dilúvio enviado por Zeus,luminárias há, que em três penadas, justificam Serviços Nacionais do Estado (com a propriedade,prestação ,pagamento e controle) por imperativo constitucional.
Ora o que artigo 13º da Constituição alinea 2)diz.é:Ninguém pode ser preveligiado,benificiado,prejudicado,privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razáo da ascendencia,sexo,raça,língua,território de orrigem,religião,convicões políticas ou ideológicas,instrução,situação económica,condição social,ou orientação sexual.
Então porque bulas não podem os portugueses ter os filhos em escolas privadas sendo-lhes descontado os custos que o estado teria com os mesmos?E na Saúde,porque não e só o mesmo critério? Então obrigar alguém a pagar para"todos" não descrimina os portugueses que não utilizam os serviços estatais? E não são serviços públicos os prestados em instituições privadas de ensino e de saúde?
Tudo não passa de descriminações ideológicas que só abusiva interprertação a Constituição permite.
Tudo passa pela tentativa de confundir público com estatal.Tudo é feito por forma a que não seja avaliada e comparada a gestão pública com a gestão privada.
Em vez de pagar em funcão do seu orçamento(alocar em função do custo/benífício e, controlar os serviços pretados) o Estado prefere mandar por razões estritamente ideológicas.....
Infantilizar os portugueses,retirar-lhes liberdade de escolha,diminuir-lhes a actividade cívíca,e colocá-los numa atitude amorfa e obrigada:eis o grande desiderato do Estado omnipresente e omnipotente destes seus "defensores fanáticos" .
Democracia autoritária eis a questão
Ora o que artigo 13º da Constituição alinea 2)diz.é:Ninguém pode ser preveligiado,benificiado,prejudicado,privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razáo da ascendencia,sexo,raça,língua,território de orrigem,religião,convicões políticas ou ideológicas,instrução,situação económica,condição social,ou orientação sexual.
Então porque bulas não podem os portugueses ter os filhos em escolas privadas sendo-lhes descontado os custos que o estado teria com os mesmos?E na Saúde,porque não e só o mesmo critério? Então obrigar alguém a pagar para"todos" não descrimina os portugueses que não utilizam os serviços estatais? E não são serviços públicos os prestados em instituições privadas de ensino e de saúde?
Tudo não passa de descriminações ideológicas que só abusiva interprertação a Constituição permite.
Tudo passa pela tentativa de confundir público com estatal.Tudo é feito por forma a que não seja avaliada e comparada a gestão pública com a gestão privada.
Em vez de pagar em funcão do seu orçamento(alocar em função do custo/benífício e, controlar os serviços pretados) o Estado prefere mandar por razões estritamente ideológicas.....
Infantilizar os portugueses,retirar-lhes liberdade de escolha,diminuir-lhes a actividade cívíca,e colocá-los numa atitude amorfa e obrigada:eis o grande desiderato do Estado omnipresente e omnipotente destes seus "defensores fanáticos" .
Democracia autoritária eis a questão
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Democracia
Wikileaks vai fazendo o seu percurso pondo a nu tudo que de mal padece a economia de mercado e as contradições da sociedade ocidental.Alienados por uma sabedoria convencional, que Galbraith denunciou como falaciosa (argumento de autoridade),os comentadores que viam neste blog uma forma perigosa de denunciar unilateralmente e acríticamente uma sociedade que- não sendo perfeita é suficientemente aberta para ir adoptando reformas que a melhorem ,mantendo,apesar de tudo, o respeito pelos direitos humanos e da sua liberdade individual-simplesmente não compreendiam este fenómeno.Confrontados por um ilustre euro deputado do BE,detentor,esse sim,por uma sabedoria intangível e alicerçada nos dogmas do marxismo cultural e a" incomparável superioridade moral de quem já tem como certa a futura sociedade de democracia popular que, como sociedade perfeita nos livrará de todos os males e daqueles "convencionais" que a ela não adiram.
É que uma palavra em política pode significar realidades muito diferentes,como seja democracia
É que uma palavra em política pode significar realidades muito diferentes,como seja democracia
sábado, 8 de janeiro de 2011
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
WikiLeaks
Uma das coisas que mais me impressiona nos seres humanos é que tendo nascido com um par de olhos, muitos deles, por cegueira auto- infligida ,só conseguem ver por um deles.
Em consequência desta gravíssima incapacidade vêem o mundo a preto e branco.
De um lado o bem, do outro, todo o mal do mundo.
Prezam sem limites os seus valores,sem curarem de ver se são compatíveis e/ou viáveis. Qualquer valor da sociedade aberta é passível de desconfiança e tem objectivos ,no mínimo, pouco recomendáveis.
O cego ainda não entendeu que o mundo não é unidimensional e que não há valores,por mais essenciais que sejam,que não colidam entre si.
Rescreve o passado ao sabor da sua conveniêcia e determina o futuro com um fim necessariamente paradisíaco.
Com isto retira ao homem a capacidade de agir de forma livre e èticamente responsável.
O cego julga,contráriamente ao que acontece na vida real,que a solução de um problema é o fim dos problemas quando,ne realidade novos problemas virão.
O cego na sua intolerância prespectiva feitos heróicos e objectivos ao alcance da mão o que lhe conferem uma determinação teleologica que justifica a utilização de todo e qualquer meio,face ao fim a atingir.
Finalmente o cego é libertário na sociedade democrática para a corroer por dentro até que possa exercer o seu poder totalitário.
Tudo isto a propósito do fenómeno WikiLeaks:"a seguir á anarquia virá sempre a tirania" ;por trás dum libertário radical espreita um tirano em potência.
Em consequência desta gravíssima incapacidade vêem o mundo a preto e branco.
De um lado o bem, do outro, todo o mal do mundo.
Prezam sem limites os seus valores,sem curarem de ver se são compatíveis e/ou viáveis. Qualquer valor da sociedade aberta é passível de desconfiança e tem objectivos ,no mínimo, pouco recomendáveis.
O cego ainda não entendeu que o mundo não é unidimensional e que não há valores,por mais essenciais que sejam,que não colidam entre si.
Rescreve o passado ao sabor da sua conveniêcia e determina o futuro com um fim necessariamente paradisíaco.
Com isto retira ao homem a capacidade de agir de forma livre e èticamente responsável.
O cego julga,contráriamente ao que acontece na vida real,que a solução de um problema é o fim dos problemas quando,ne realidade novos problemas virão.
O cego na sua intolerância prespectiva feitos heróicos e objectivos ao alcance da mão o que lhe conferem uma determinação teleologica que justifica a utilização de todo e qualquer meio,face ao fim a atingir.
Finalmente o cego é libertário na sociedade democrática para a corroer por dentro até que possa exercer o seu poder totalitário.
Tudo isto a propósito do fenómeno WikiLeaks:"a seguir á anarquia virá sempre a tirania" ;por trás dum libertário radical espreita um tirano em potência.
Subscrever:
Mensagens (Atom)